Quatro módulos de lavagem, dimensionados por nível de contaminação, executados com produtos homologados e protocolo específico por modelo — Bell 505, Bell 407, Robinson R44/R66, H125, H135 e AW119.
Um voo em rota costeira deposita, em uma hora, uma carga de sal muito superior à de um dia inteiro parado em solo. É por isso que a dessalinização precisa ocorrer na primeira oportunidade após o voo, não esperar a próxima lavagem programada — a Aeroservyce trata isso como o nível mais básico da conservação, e não como um item opcional.
Limpeza externa, higienização geral, polimento técnico e proteção anticorrosiva. Qualificados conforme especificação Boeing e Airbus para uso aeronáutico.
Lavagem interna e proteção de componentes de turbina, onde a especificação exige produto próprio — nunca substituído pela linha de estética geral.
O módulo é definido pela condição real da aeronave no recebimento, não por um pacote fixo escolhido antecipadamente.
Espuma técnica seguida de enxágue em névoa, baixa pressão e distância controlada. Nível básico — recomendado na primeira oportunidade após voo costeiro.
Sem lavadora nem mangueira na célula — só borrifador manual em pás e parabrisa. Indicada entre lavagens úmidas, pré-voo executivo ou hangar com restrição de drenagem.
Espuma técnica, enxágue controlado, nova espumação, esfregação com material compatível e enxágue final. Para salinidade acumulada, poeira, insetos e fuligem.
Inclui tudo da lavagem úmida, mais dois ciclos de espuma nas pás, desengraxe técnico do compartimento de trem e, quando aplicável, proteção final nanotecnológica sobre superfície seca. Indicada para contaminação severa ou pré-inspeção técnica.
Consulta ao histórico no Zenith, inspeção fotográfica completa (mínimo 20 imagens) e filmagem 360° antes de qualquer produto tocar a aeronave. Danos pré-existentes são classificados e o cliente toma ciência antes do início.
Pitots, tomadas estáticas, entradas de ar do motor e da APU, sensores e antenas são isolados antes de qualquer névoa ou espuma. Pontos críticos de comando e transmissão recebem proteção específica.
A limpeza é feita pela química do produto — a espuma encapsula e dissolve o contaminante. Água e pressão entram apenas na fase de enxágue, nunca como agente de limpeza principal.
Secagem térmica completa de cima para baixo, dupla inspeção de qualidade e registro fotográfico final. O relatório técnico é emitido antes da aeronave ser entregue.
Cronograma ajustável conforme modelo, frequência de uso e exposição ambiental — definido na Auditoria Executiva.
Casos públicos documentados mostram por que produto certo, procedimento por zona e secagem completa não são detalhe — são o que evita que uma lavagem vire um problema estrutural.
De manutenção da aviação naval associados a corrosão — US$ 8,6 bilhões por ano, segundo levantamento do Department of the Navy (FY2016).
Após lavagem úmida sem verificação do efeito sobre o tratamento retardante de chama das capas de assento — cerca de 1.700 capas substituídas.
Investigação australiana associou corrosão em pás de turbina a resíduo químico de um processo de limpeza realizado quase dois anos antes.
Investigação apontou lavagem de compressor fora do intervalo e do procedimento indicados pelo fabricante, sem corrida de secagem posterior.
Fontes públicas — Department of the Navy, investigações de segurança operacional e reportagens do setor. Casos de terceiros, apresentados como referência técnica.
Serviço de conservação técnica aeronáutica, executado conforme protocolo próprio e produtos homologados — não caracteriza manutenção aeronáutica regulada.
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